terça-feira, 24 de maio de 2016

Depressão e o direito a benefícios previdenciários

Publicado por Nunes, Duarte & Maganha Advogados Associados - 22 horas atrás
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A depressão é um distúrbio que acompanha a humanidade ao longo do tempo. No sentido patológico, há a presença de tristeza, pessimismo, baixa autoestima, que aparecem com frequência e podem combinar-se entre si.
Além disso, há perda de energia, falta de vontade para realizar atividades que davam prazer e cansaço constante. É imprescindível o acompanhamento médico tanto para o diagnóstico quanto para o tratamento adequado.
Todos esses sintomas afetam diretamente a capacidade laborativa da pessoa, diminuindo consideravelmente a produtividade, incapacitando-o para o trabalho.
A depressão pode ter como origem o ambiente de trabalho onde o empregado é submetido a pressões excessivas, cobranças de metas impossíveis e perseguições dos seus empregadores ou dos próprios colegas de trabalho.
Quando o trabalhador é diagnosticado com depressão, desde que seu quadro clínico seja grave e o impossibilite de realizar suas atividades cotidianas, torna-se viável o afastamento do trabalho para recebimento de benefício por incapacidade decorrente da sua atividade profissional, bem como é possível pleitear indenização na Justiça do Trabalho quando a doença é desenvolvida por conta de alguma irregularidade na atitude do empregador ou no ambiente do trabalho.
Qualquer doença, seja profissional ou sem relação com o emprego, que incapacite o segurado para o trabalho, gera direito aos benefícios de auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez, após 15 dias de afastamento.
O que define se o benefício concedido será auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez é o tempo que o segurado será portador da doença. Se a incapacidade constatada pelo médico é temporária e tem chances de recuperação, o benefício será o auxílio-doença. Já nos casos de incapacidade permanente, o benefício indicado será a aposentadoria por invalidez.
A comprovação se dá por meio de laudos e exames médicos, corroborados com a perícia feita no INSS, momento em que o segurado é avaliado pessoalmente pelos médicos peritos.
Ocorre que o decreto nº 8.691/16 trouxe alterações no que tange à comprovação da incapacidade. Quando a incapacidade ultrapassar quinze dias consecutivos, o segurado será encaminhado à perícia médica do INSS, que o submeterá à avaliação pericial por profissional médico integrante de seus quadros ou, por órgãos e entidades públicos que integrem o Sistema Único de Saúde – SUS, ressalvados os casos em que for admitido o reconhecimento da incapacidade pela recepção da documentação médica do segurado.
Note-se que essa mudança não é destinada a todos os tipos de segurados, uma vez que nos casos de prorrogação do benefício, para a documentação médica ser suficiente para que o benefício seja prorrogado, o segurado deve ser empregado.
Assim, apesar de subestimada pelos empregadores e até mesmo pelo INSS, a depressão também é causadora de incapacidade para o trabalho, gerando direito ao auxílio-doença e até mesmo aposentadoria por invalidez se desencadear outros distúrbios que impossibilite a realização de qualquer atividade laboral.
É claro que cada caso deve ser individualizado e analisado de acordo com suas peculiaridades por um especialista no assunto, a fim de que o segurado faça jus àquilo que lhe é de direito.

Por Benny Willian Maganha

Michel Temer anuncia limite para os gastos da União, devolução ao Tesouro de R$ 100 bilhões alocados ao BNDES e nova governança para Fundos de Pensão

O próprio presidente Michel Temer anuncia neste momento, 10h44min, um elenco de medidas de ajustes fiscais e de mudanças surpreendentes nos atos de governança. O governo quer ajustar suas contas e com isto favorecer o controle da inflação e a retomada da economia.

O governo nem sequer comentou a possibilidade de aumento de impostos.

A idéia é cortar primeiro na própria carne.

Acompanhe:

- Fundos de Pensão - Os Fundos de Pensão e de estatais terão nova governança. Não serão admitidas indicações políticas, como fizeram os governos do PT.
- Limitação de gastos do governo federal - PEC irá para o Congresso, limitando o avanço dos gastos públicos federais ao mesmo índice da inflação do ano anterior. Não haverá mais crescimento real.
- Previdência Social - Dentro de 30 dias a Casa Civil narrará as propostas de mudanças.
- Fundo Soberano - O governo vai pegar de volta R$ 2 bi do Fundo Soberano para ajudar a equilibrar as contas públicas. O Fundo Soberano foi criado no governo Dilma num dos seus momentos de delírio, inebriada com a dinheirama que não veio do pré-sal.
- BNDES devolverá dinheiro do Tesouro - Serão R$ 40 bilhões de imediato e mais R$ 60 bilhões a combinar, mas em seguida, este ano ainda. O Tesouro passou R$ 500 bilhões para o BNDES e Temer quer o dinheiro de volta. Esta devolução de R$ 100 bi propiciará economia R$ 7 bilhões ao Tesouro, apenas este ano, por conta da diferença das taxas de juros que ele cobra do BNDES pelo valor e o que ele paga aos títulos públicos colocados no mercado.

Em seguida o ministro Henrique Meirelles detalhará tudo.

Jucá e Sérgio Machado combinam proteção para Lula depois da queda de Dilma

Embora a mídia tenha dado pouca relevância (o jornal Folha de S. Paulo nem toca no assunto), há um determinado momento do diálogo travado entre Sérgio Machado e Romero Jucá, no qual fica evidente que a queda de Dilma interessou a ela mesma e sobretudo a Lula.

A conversa gravada foi pautada pelos procuradores da Procuradoria Geral da República e se for usada como prova, ela será considerada imprestável por qualquer Juizado, sobretudo pelo STF, porque não contou com autorização judicial e foi dirigida para prejudicar o grampeado. 

Leia a degravação:

Jucá – [Em voz baixa] Conversei ontem com alguns ministros do Supremo. Os caras dizem ‘ó, só tem condições de [inaudível] sem ela [Dilma]. Enquanto ela estiver ali, a imprensa, os caras querem tirar ela, essa porra não vai parar nunca’. Entendeu? Então… Estou conversando com os generais, comandantes militares. Está tudo tranquilo, os caras dizem que vão garantir. Estão monitorando o MST, não sei o quê, para não perturbar. 
Machado – Eu acho o seguinte, a saída [para Dilma] é ou licença ou renúncia. A licença é mais suave. O Michel forma um governo de união nacional, faz um grande acordo, protege o Lula, protege todo mundo. Esse país volta à calma, ninguém aguenta mais essa cagada.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Abriu a sessão do Senado que expulsará Dilma do Planalto.

Nas redes sociais, já há quem compare as comemorações do impeachment com as notícias que a TV costuma dar, por ocasião das comemorações do Ano Novo. 


Com uma hora de atraso, 10h, começou a sessão do Senado que cassará o mandato de Dilma Roussef.
A primeira oradora do dia será a senadora gaúcha Ana Amélia.

A votação sobre o afastamento de Dilma só ocorrerá à noite, talvez de madrugada.

CLIQUE AQUI para ler a íntegra do pedido de impeachment protocolado por Reale Júnior, Janaína Paschoal e Hélio Bicudo.

O canal 17, OiTV, apresenta ao vivo as imagens pela TV Senado. No canal 40, a Globonews faz o mesmo, mas durante o dia também apresentará informações, entrevistas e comentários.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Indicadores industriais apontam direções divergentes em abril

Os indicadores coincidentes da atividade industrial de abril divulgados ontem, sugerem direções divergentes para a produção no período. O fluxo de veículos em estradas pedagiadas avançou 0,2% na margem, efetuados os ajustes sazonais, conforme apontado pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR). 

O resultado refletiu a expansão de 0,9% de veículos pesados e de 0,3% de leves. Na comparação interanual, o fluxo total de veículos registrou queda de 4,0%. 

Da mesma forma, a carga de energia do Sistema Integrado Nacional (SIN) totalizou 69.111 MW médio no mês passado, o que representa uma alta interanual de 4,9%. Na comparação com março, a carga de energia registrou expansão de 0,5%. 

Por outro lado, as vendas internas de cimento somaram 4,7 milhões de toneladas no mês passado, segundo os dados divulgados ontem pelo Sindicado Nacional da Indústria de Cimento (SNIC). 

Esse comportamento representou uma queda de 2,1% na margem, efetuados os ajustes sazonais. No confronto com o mesmo período do ano passado, a retração foi mais forte, de 11,1%. A divergência dos dados ainda reforça o cenário de fraco desempenho da indústria neste ano. 

A produção industrial registrou alta em apenas duas das quinze regiões pesquisas no primeiro trimestre deste ano, quando comparada ao mesmo período de 2015, conforme os dados divulgados ontem na Pesquisa Industrial Mensal Regional do IBGE. O Pará e o Mato Grosso registraram avanços de 10,8% e 6,6%, respectivamente, enquanto a produção industrial brasileira recuou 11,7% no mesmo período. Essas regiões estão sendo beneficiadas pela expansão da indústria extrativa e de alimentos. Comparando março com o mesmo mês do ano passado, a variação negativa de 11,4% resultou da queda da atividade no País em trezes das quinze regiões pesquisadas. As retrações mais intensas foram registradas em Pernambuco (-24,4%), Espírito Santo (-22,2%), Goiás (-14,3%) e São Paulo (-12,5%). No sentido oposto, Pará e Mato Grosso apresentaram expansão de 7,3% e 4,0%, respectivamente, na mesma métrica. Apesar da melhora da produção industrial em março nossa expectativa é de nova retração em abril, em linha com o cenário de fraco desempenho da indústria neste ano.

Haddad autoriza Uber em São Paulo por decreto

Empresas do novo serviço pagarão por km rodado com passageiro. Segundo Haddad, a medida vai beneficiar também os taxistas.

Publicado por Camila Vaz - 17 horas atrás
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Haddad autoriza Uber em So Paulo por decreto
Garibe, Tatto e Haddad em coletiva de imprensa na Prefeitura nesta terça-feira (10)
O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), anunciou nesta terça-feira (10) o decreto que autoriza serviços de transporte individual por aplicativos na cidade. É o caso do Uber. O decreto será publicado nesta quarta-feira (11).
Empresas do novo serviço pagarão concessão por km rodado com passageiro. Segundo a prefeitura, o valor cobrado será de R$ 0,10 em média. Segundo o prefeito Fernando Haddad, a ideia é regular essa permissão para que funcionem como uma frota traçada incialmente pela prefeitura como capaz de absorver a demanda da cidade.
Isso acontece porque esses serviços têm perfil diferente do táxi. Muitos motoristas usam carro próprio para corrida pelo aplicativo somente aos fins de semana, por exemplo. Somando todos os carros equivalentes, a ideia é que haja 5 mil veículos percorrendo o equivalente ao que percorre um táxi ao ano.
Haddad afirmou a medida vai beneficiar também os taxistas porque o serviço de transporte individual funcionam hoje sem regulação, amparada por decisões judiciais. Ele afirma que a regulação da concessão e da meta de veículos do novo serviço será feita de modo a não prejudicar o serviço de táxi.
Uma eventual queda no uso dos táxis da cidade seria rapidamente compensada alterando-se o preço do km rodado a ser cobrado pelo novo serviço. "Nós vamos controlar a quantidade e o preço de maneira tal que os trabalhadores tenham deus direitos assegurados, os taxistas, e que as empresas possam operar diversificando serviços para atrair novos públicos", disse Haddad.
A capital paulista tem atualmente cerca de 37 mil taxistas.

Cobrança

As empresas de tecnologia interessadas em prestar o novo serviço poderão se cadastrar a partir da publicação do decreto. A cobrança por km representa uma taxa pelo uso do viário da cidade, segundo a Prefeitura.
Os motoristas receberão boletos para pagar pela viagem realizada em até dois dias úteis para quitar o débito. A Prefeitura não vai intervir, porém, na tarifa cobrada dos usuários, já que neste quesito valem regras de livre mercado.
As novas empresas continuarão proibidas de usar corredores e faixas de ônibus, um direito dos taxistas porque são classificados como um meio de transporte público.
Presentes ao anúncio feito por Haddad, representantes da Easy Táxi e do Uber, entre outros, afirmaram que são favoráveis a regulamentação do setor, mas que ainda não tinham analisado com calma a minuta do decreto divulgada pela Prefeitura de São Paulo.
Com a regulamentação, a Prefeitura diz considerar válida a fiscalização de veículos que não se cadastrarem e não respeitarem as regras impostas. No momento, porém, a administração está proibida por liminar judicial de impedir o funcionamento do aplicativo Uber.
As regras valem somente para quem tem carro comum, não são válidas para veículos com placas especiais, como os táxis brancos.
Duas modalidades estão sendo regulamentadas: a carona solidária e o transporte remunerado. Sobre a carona solidária, a Prefeitura determinou que ela pode ser feita aqui na capital, desde que não tenha nenhum tipo de cobrança visando lucro. Será possível dividir os gastos da corrida, mas ganhar dinheiro, não. O serviço não pode ser prestado por motorista profissional.
No caso do transporte remunerado, só serão aceitos aplicativos credenciados na Prefeitura. Esses aplicativos devem informar para os passageiros: trajeto, horário, motorista e placa do veículo, além de disponibilizar avaliação da corrida. Será necessário ainda emitir recibo eletrônico por corrida. Outra novidade é que os motoristas que desejarem trabalhar com esse serviço não precisarão de alvará, somente a carteira de habilitação profissional.

Regulamentação por decreto

A decisão do prefeito Fernando Haddad de decidir por decreto a regulamentação de aplicativos como o Uber na cidade de São Paulo era uma das alternativas previstas pelos vereadores da Câmara Municipal, uma vez que o projeto de lei que trata do assunto ficou pendente de votação em duas tentativas seguidas. Outra opção era insistir no mesmo projeto ou propor outro, o que demandaria mais tempo.
Como os vereadores, pressionados pelos taxistas contrários ao Uber, não conseguiram disciplinar a questão, e como não havia possibilidade de fazer novas emendas ao projeto, havia a possibilidade técnica de o prefeito baixar um decreto sobre o tema.
Fonte: G1

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Artigo, Igor Gielow, Folha: Desespero de Dilma ultrapassou todos os limites.

Se vende a imagem de que sairia "lutando" e "com dignidade", conforme seus assessores espalharam à medida em que seu afastamento se tornou inexorável, Dilma Rousseff apelou a uma farsa perigosa em sua última tentativa de manter-se na cadeira.
Usar o inacreditável Waldir Maranhão como marionete de uma artimanha jurídica que parece ter curtíssima validade e alto poder de disrupção demonstra que o desespero da petista ultrapassou o limite do direito ao esperneio.
O dólar disparou e a Bolsa de Valores despencou, para ficar nos sinais mais evidentes e superficiais da confusão armada. Mas o que fica é algo pior para a imagem do país: o flerte com a baderna institucional.
Pelas informações iniciais da Mesa da Câmara, parece não haver como um recurso desses prosperar, por soberano o plenário.
Fora o óbvio: dizer que 367 deputados votaram contra Dilma com um cabresto imposto pela orientação partidária é despropositado. Há muito a criticar no comportamento dos parlamentares naquele dia 17 de abril, mas certamente ninguém votou com uma arma na cabeça.
Como agravante, Dilma se fez de desentendida em discurso no começo da tarde. Se há alguma tentativa de golpe no país, como choramingam os petistas, ele passa por esse tipo de ação contra a normalidade institucional.
Por estarmos numa República que insiste em sua vocação bananeira, tudo parece possível, e novamente o Supremo Tribunal Federal deverá ser instado a imiscuir-se em questões de outro Poder - desta vez por culpa de um terceiro, o Executivo.

Nessas horas ganha atualidade a famosa frase de um embaixador brasileiro em Paris que é atribuída incorretamente ao presidente francês Charles de Gaulle: o Brasil não é um país sério.

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Ato de Waldyr Maranhão foi tramado dentro do Palácio do Planalto

O texto da decisão do presidente da Câmara, Waldyr Maranhão, não passou pelo Jurídico da Câmara. Ele veio pronto para publicação, logo depois de reunião do deputado com o ministro José Eduardo Cardozo, da Advocacia Geral da União, e ouvido o governador do Maranhão, o comunista Flávio Dino, que é procurador do MPF.

A reunião com Cardozo foi na calada da noite e temrinou a 1h desta segunda-feira.

Ao falar esta manhã no Planalto (leia nota a seguir), Dilma demonstrou que sabia de toda a trama.

CLIQUE AQUI a nota de Waldyr Maranhão, justificando sua destemperada decisão.

URGENTE: presidente da OAB avalia ir ao STF contra suspensão do processo de impeachment

Lamachia determinou ao departamento jurídico do Conselho federal da OAB a realização imediata de um estudo para ingressar junto ao Supremo Tribunal Federal contra a decisão.

Publicado por Estevão Ferreira - 27 minutos atrás
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URGENTE presidente da OAB avalia ir ao STF contra suspenso do processo de impeachment
Créditos de Imagem: olaserragaucha
Brasília – O presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia, manifestou-se na manhã desta segunda-feira (09), sobre a decisão do presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão, de suspender o processo de impeachment da presidente da República.
Lamachia determinou ao departamento jurídico do Conselho federal da OAB a realização imediata de um estudo para ingressar junto ao Supremo Tribunal Federal contra a decisão.
"A OAB vê com extrema preocupação a decisão tomada pelo presidente interino da Câmara. Esse tipo de ação atende a interesses momentâneos de alguns grupos políticos, mas ignora as decisões legítimas já tomadas. O Brasil está na UTI política, vivendo o ápice de uma crise ética e institucional. A OAB não aceita que, neste momento em que a sociedade brasileira espera que a crise seja superada com respeito aConstituição Federal, coloque-se em prática um vale-tudo à margem da Carta", afirma Claudio Lamachia.
Fonte: oab

Presidente interino da Câmara decide anular tramitação do impeachment

Motivo para anulação seria a interpretação de que a votação ultrapassou os limites da denúncia oferecida contra Dilma por crime de responsabilidade.

Publicado por Wagner Francesco ⚖ - 1 hora atrás
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Presidente interino da Cmara decide anular tramitao do impeachment
O presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), assinou decisão nesta segunda-feira (9) para anular atramitação do impeachment da presidente Dilma Rousseff no Congresso.
Ainda não há detalhes completos da decisão, que será publicada na edição do Diário da Câmara desta terça (10).
Folha apurou, porém, que o motivo seria a interpretação de que a votação ultrapassou os limites da denúncia oferecida contra Dilma por crime de responsabilidade –tratando da questão da Lava Jato e não só das supostas irregularidades orçamentárias.
Maranhão é aliado do governador Flávio Dino (PC do B-MA), um dos principais correligionários de Dilma.