Michel Temer anuncia limite para os gastos da União, devolução ao Tesouro de R$ 100 bilhões alocados ao BNDES e nova governança para Fundos de Pensão
O próprio presidente Michel Temer anuncia neste momento, 10h44min, um elenco de medidas de ajustes fiscais e de mudanças surpreendentes nos atos de governança. O governo quer ajustar suas contas e com isto favorecer o controle da inflação e a retomada da economia.
O governo nem sequer comentou a possibilidade de aumento de impostos.
A idéia é cortar primeiro na própria carne.
Acompanhe:
- Fundos de Pensão - Os Fundos de Pensão e de estatais terão nova governança. Não serão admitidas indicações políticas, como fizeram os governos do PT.
- Limitação de gastos do governo federal - PEC irá para o Congresso, limitando o avanço dos gastos públicos federais ao mesmo índice da inflação do ano anterior. Não haverá mais crescimento real.
- Previdência Social - Dentro de 30 dias a Casa Civil narrará as propostas de mudanças.
- Fundo Soberano - O governo vai pegar de volta R$ 2 bi do Fundo Soberano para ajudar a equilibrar as contas públicas. O Fundo Soberano foi criado no governo Dilma num dos seus momentos de delírio, inebriada com a dinheirama que não veio do pré-sal.
- BNDES devolverá dinheiro do Tesouro - Serão R$ 40 bilhões de imediato e mais R$ 60 bilhões a combinar, mas em seguida, este ano ainda. O Tesouro passou R$ 500 bilhões para o BNDES e Temer quer o dinheiro de volta. Esta devolução de R$ 100 bi propiciará economia R$ 7 bilhões ao Tesouro, apenas este ano, por conta da diferença das taxas de juros que ele cobra do BNDES pelo valor e o que ele paga aos títulos públicos colocados no mercado.
Em seguida o ministro Henrique Meirelles detalhará tudo.
O governo nem sequer comentou a possibilidade de aumento de impostos.
A idéia é cortar primeiro na própria carne.
Acompanhe:
- Fundos de Pensão - Os Fundos de Pensão e de estatais terão nova governança. Não serão admitidas indicações políticas, como fizeram os governos do PT.
- Limitação de gastos do governo federal - PEC irá para o Congresso, limitando o avanço dos gastos públicos federais ao mesmo índice da inflação do ano anterior. Não haverá mais crescimento real.
- Previdência Social - Dentro de 30 dias a Casa Civil narrará as propostas de mudanças.
- Fundo Soberano - O governo vai pegar de volta R$ 2 bi do Fundo Soberano para ajudar a equilibrar as contas públicas. O Fundo Soberano foi criado no governo Dilma num dos seus momentos de delírio, inebriada com a dinheirama que não veio do pré-sal.
- BNDES devolverá dinheiro do Tesouro - Serão R$ 40 bilhões de imediato e mais R$ 60 bilhões a combinar, mas em seguida, este ano ainda. O Tesouro passou R$ 500 bilhões para o BNDES e Temer quer o dinheiro de volta. Esta devolução de R$ 100 bi propiciará economia R$ 7 bilhões ao Tesouro, apenas este ano, por conta da diferença das taxas de juros que ele cobra do BNDES pelo valor e o que ele paga aos títulos públicos colocados no mercado.
Em seguida o ministro Henrique Meirelles detalhará tudo.
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